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China responde a Trump e prepara lista de bloqueio comercial onde irá incluir a Cisco

Atravessamos atualmente um período de tensão entre a China e os Estados Unidos depois das várias medidas de Trump contra a Huawei, a ZTE, a ByteDance (TikTok), o WeChat e outras empresas chinesas.

Se até aqui não tinha havido grande reação da China a estas imposições de Trump, a verdade é que isso estará para mudar, tendo o governo chinês começado a preparar algumas medidas.

Depois do bloqueio à venda sem permissão de tecnologia relacionada com inteligência artificial, a China prepara agora a sua própria lista de exclusões comerciais.

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China poderá banir Cisco e outras empresas americanas

Nos últimos meses, Trump tem tentado restringir ao máximo a atividade de empresas chinesas em território americano.

Para isso, nos últimos meses tem imposto várias imposições à atividade de empresas chinesas no país e ao negócio com empresas americanas, como é o caso da Huawei, ByteDance (TikTok), ZTE e, mais recentemente e Tencent. Além disso, tem forçado também as suas medidas em contexto global, impedindo empresas estrangeiras que usem tecnologia americana de fornecer a Huawei.

Depois de algum tempo sem reagir, a China poderá colocar agora a sua resposta em cima da mesa. Depois de limitar a venda internacional de tecnologia de inteligência artificial proveniente de empresas chinesas, o que dificultou a venda do TikTok, está agora a preparar a sua própria lista negra de empresas americanas.

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Esta informação, avançada pelo Wall Street Journal, refere que um grupo liderado pelo vice primeiro-ministro Hu Chunhua está a intensificar esforços para concluir uma lista de exclusões, que tinha sido pensada há um ano, onde serão incluídas empresas americanas que sejam consideradas como não confiáveis, impedindo-as de negociar com empresas chinesas e de manter atividade na China.

Embora se desconheça o conteúdo desta lista, é referido que a Cisco será uma das empresas presentes, fazendo com que uma das grandes concorrentes da Huawei fique impossibilitada de negociar naquele mercado.

Não se sabe quando é que a China poderá avançar com a publicação desta lista, no entanto é provável que aguardem pelo resultado das eleições americanas para perceber se irá haver uma mudança de rumo na liderança dos Estados Unidos da América.

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