O fim de semana chega com a alteração do relógio para a hora de inverno.
De sábado para domingo, não se esqueça de atrasar uma hora.
Não se esqueça de atrasar o seu relógio de sábado para domingo
Como é habitual, chegou a uma das duas alturas do ano onde é necessário alterar os nossos relógios.
Embora seja algo bastante discutido, existindo alguns pedidos para que não aconteça, vai continuar a ocorrer como habitual.
Assim, na madrugada de domingo, quando forem 2 horas, deverá atrasar o seu relógio 60 minutos.
No caso dos smartphones e dispositivos eletrónicos, esta mudança deverá ser automática.

Porque se muda a hora duas vezes ao ano?
A mudança da hora, que acontece duas vezes por ano, na primavera e no outono, deve-se a razões de eficiência energética. A ideia surgiu no século XX, com o objetivo de aproveitar melhor a luz natural do dia e reduzir o consumo de eletricidade, sobretudo em iluminação.
Na prática, avançamos o relógio uma hora na primavera, para o chamado “horário de verão”, ganhando mais tempo de luz ao final do dia, e atrasamo-lo no outono, regressando ao horário normal.
Embora o impacto energético hoje seja menor devido às novas tecnologias, a medida mantém-se para alinhar horários entre países e tirar partido da luz solar, o que continua a ter vantagens em setores como o comércio e o turismo.

Porque há quem defenda acabar com a mudança da hora?
Nos últimos anos, tem crescido o debate sobre o fim da mudança da hora.
A principal razão está no facto dos benefícios energéticos já não serem tão significativos como eram no passado, devido à utilização de tecnologias mais eficientes e ao consumo constante de eletricidade ao longo do dia.
Além disso, vários estudos indicam que as mudanças de hora afetam o bem-estar das pessoas, provocando alterações no sono, no humor e até na produtividade.
Por isso, muitos defendem a adoção de um único horário fixo durante todo o ano, evitando a confusão e o impacto físico da mudança bianual.
A União Europeia já discutiu esta possibilidade, mas a decisão final continua nas mãos de cada país, que terá de escolher se quer manter o horário de verão ou o de inverno.



