Fundação Vodafone e APAV lançam Tozi, app para ajudar a combater o bullying

A Fundação Vodafone em Portugal, em colaboração com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), disponibilizam em Portugal a partir de hoje a Tozi, uma nova aplicação (app) para telemóveis, cujo principal objetivo é ajudar no combate ao cyberbullying e na promoção da segurança online entre crianças e jovens.

A app, apresentada durante uma sessão realizada na sede da Vodafone em Lisboa, disponibiliza conteúdos para consciencializar e ajudar na capacitação dos jovens sobre bullying e cyberbullying, situações que ocorrem frequentemente fora da visão dos adultos e que a maior parte das vítimas esconde ou evita denunciar.

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Com download livre na Apple App store e na Google Play Store, o Tozi integra conteúdos informativos relacionados com o bullying, proteção online e cidadania digital através de diferentes formatos, nomeadamente vídeos educativos com histórias de personagens fictícias.

TOZI logo

O Tozi inclui ainda um botão de acesso à Linha de Apoio à Vítima da APAV, que possibilita, de forma segura e eficaz, obter orientação e apoio sobre questões como adição digital, cyberbullying ou privacidade.

A versão portuguesa da Tozi resulta da adaptação da app desenvolvida pela Vodafone Ireland Foundation, em parceria com o Dublin City University Anti-Bullying Centre e com a Childline by ISPCC.

A conceção desta app enquadra-se no objetivo da Vodafone Foundation de promover a inclusão e integração das pessoas mais vulneráveis nos vários mercados onde a Vodafone está presente.

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Além da app (parte da área de foco “Segurança Online” da Fundação Vodafone), esta parceria em Portugal prevê a implementação, em 2025, de uma campanha de sensibilização da APAV em escolas públicas.

tozi

Os fenómenos de assédio digital estão em crescimento e afetam um em cada seis jovens em idade escolar na Europa, segundo um estudo do Gabinete Regional da Organização Mundial de Saúde, realizado entre 2018 e 2022.

Um em cada oito jovens inquiridos admite ter praticado cyberbullying, sendo os rapazes (14%) mais propensos a este tipo de comportamento do que as raparigas (9%).

Já a percentagem de jovens vítimas deste fenómeno é muito semelhante entre raparigas e rapazes – 16% e 15%, respetivamente.

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