Opinião: Porque é que ainda não confiamos em novos formatos de telefone?

Quando Alexander Graham Bell trouxe para as nossas casas um objeto que permitia comunicar entre pessoas de cidades diferentes, o mundo mudou.

Já quando Martin Cooper mostrou que era possível fazer uma chamada de um telefone sem fios em plena rua de Nova Iorque, desconfiámos, mas a maneira como nos conectamos nunca mais foi a mesma.

do Bernardo Cunha, Head of Strategy  Product Marketing da área de Mobile da Samsung PortugalJPG telefone
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Desde sempre que nos habituámos a que o nosso telefone cumprisse um propósito, sem nos apercebermos de que, ano após ano, estávamos a criar um objeto que iria servir grande parte das nossas necessidades do dia a dia, tornando-o na nossa agenda pessoal, GPS, leitor de multimédia, câmara fotográfica, bloco de notas, mas, sobretudo, meio de ligação ao mundo.

Em 2019, quando apresentamos o Galaxy Z Fold original, mostrámos ao público uma nova forma de experienciar o nosso smartphone, criando uma categoria inovadora ao transformar um ecrã convencional num ecrã dobrável.

Moldámos o design, desafiámos a indústria, mas, sobretudo, levámos o público a repensar aquilo que um dispositivo móvel pode ser e cumprir.

Hoje, esse espírito pioneiro amadureceu, transformando-se num legado tecnológico que redefiniu a forma como milhões de pessoas se ligam, trabalham e se expressam em todo o mundo. Após o lançamento inicial, expandimos rapidamente a visão dos dispositivos dobráveis com a série Galaxy Z Flip, uma espécie de “revival” dos nossos primeiros telemóveis em formato concha, trazendo para a era moderna um pouco da nossa nostalgia.

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Samsung Galaxy Z Flip7
©TechBit

Anos de engenharia e estudos permitiram que, quase uma década depois, a durabilidade já não seja um problema, através de vidros altamente resistentes, resistência à água e pó, assim como uma dobradiça sem folga para todos os que achavam que “a dobra” incomoda.

Os telefones dobráveis estão cada vez mais finos – ainda mais fino do que uma caneta BIC (4.2mm vs 12mm) – elegantes e ergonómicos, mas com a melhor performance de sempre, respondendo a uma necessidade do consumidor cada vez mais pessoal e personalizada.
No entanto, a evolução está longe de estar concluída.

galaxy Z flip 5 Galaxy Z Fold 5 samsung smartphones
©TechBit

Mas, se confiámos em Bell quando nos introduziu o telefone e em Cooper quando tirou os fios de ligação térrea, porque não confiar num smartphone que cabe no bolso, mas que se abre a um mundo de possibilidades?

Artigo de opinião escrito por Bernardo Cunha, Head of Strategy and Product Marketing de Mobile da Samsung Portugal

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