OnlyFans promete estar a trabalhar numa solução

A plataforma OnlyFans tem sido bombardeada por todos aqueles que, com a pandemia, começaram a recorrer à rede social para promover o seu trabalho sexual, visto ser dos poucos locais onde o podiam fazer de forma mais controlada e com remuneração quase garantida.

Com a proibição imposta recentemente, estes trabalhadores independentes viram a sua fonte de rendimento ser cortada na totalidade uma vez que a plataforma deixa de permitir quase todo o tipo de conteúdo sexual explicito. A OnlyFans promete estar a trabalhar numa solução.

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OnlyFans está a tentar contornar a nova política imposta

Até ao momento, a plataforma indica que as novas políticas contra o conteúdo sexual explicito servem apenas para garantir o apoio por parte das empresas de pagamento associadas à rede OnlyFans.

No entanto, as novas proibições acabam por mandar abaixo o trabalho de milhares de utilizadores que, com a pandemia, se viram obrigados a procurar outras forma de ganhar dinheiro e o sexo foi a forma mais rentável para a grande maioria.

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A plataforma viu os números de produtores de conteúdo e de subscritores aumentar em grande escala desde o inicio da pandemia, dando o reconhecimento que atualmente o OnlyFans tem. Agora, os trabalhadores do mundo sexual sentem-se abandonados pela plataforma que, segundo os mesmos, sem eles não tinha crescido da forma que cresceu.

A empresa já veio a público explicar melhor quais são as proibições impostas que, no fundo, impedem a publicação de quase todo o tipo de conteúdo sexual, real ou encenado. No entanto, e através no Twitter oficial da OnlyFans, a empresa garante estar “a trabalhar à volta do relógio para apresentar algumas soluções”.

A publicação termina com uma hashtag de apoio: “#SexWorkIsWork” (trabalho sexual é trabalho). Mesmo assim, os criadores de conteúdo não se encontram contentes com a decisão, indicando que a plataforma preferiu as instituições financeiras aos utilizadores que a fizeram crescer assim como sugerem que podiam ter sido implementadas, apenas, mais medidas de controlo de conteúdo de forma a evitar vídeos e fotos não autorizadas ou com conteúdos ilegais.

Apesar da rede social OnlyFans mandar as culpas das novas restrições para empresas como a MasterCard, a mesma já veio, também, a público indicar que nenhuma das restrições impostas pela plataforma se deve a alguma obrigação imposta pela plataforma financeira.

A grande maioria dos criadores de conteúdo sexual estão já a indicar que, devido à falta de consideração mostrada pela plataforma, vão começar a procurar outro local onde alojar o seu conteúdo e continuar a garantir os seus rendimentos.

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