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Duolingo teve um aumento de 485% de pessoas a aprender a língua ucraniana

Com o avançar da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, a aplicação Duolingo viu os números de pessoas a aprender a falar a língua ucraniana aumentar em 485%.

Este aumento em grande escala teve início logo no princípio da invasão da Rússia à Ucrânia. Os dados divulgados são a nível mundial, mas a grande maioria dos dados vêm dos utilizadores dos EUA.

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Polónia dedicou-se a aprender a falar Ucraniano pela Duolingo

O CEO e fundador da plataforma Duolingo, Luis von Ahn, comentou os aumentos verificados na plataforma relacionados com a guerra entre os dois países, avançando o crescimento de 485% de utilizadores a aprender a língua ucraniana.

Na Polónia o cenário também se intensificou, visto que a Duolingo verificou um aumento de 1800% dos utilizadores “que suspeitamos que foi causado pelas pessoas da Polónia que estão a receber e a acolher os refugiados vindos da Ucrânia”, comenta von Ahn.

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O CEO da empresa de aprendizagem aproveitou o comunicado para adiantar que “vamos doar todas as receitas provenientes das publicidades das pessoas que estão a estudar a língua ucraniana para a Ucrânia”. Os fundos recolhidos vão ser doados à United Nations Refugee Agency, ao Internacional Rescue Committee assim como a outras organizações que estejam a ajudar os refugiados da Ucrânia pelo menos “durante o próximo ano”.

Além destas ajudas, a plataforma Duolingo vai ainda disponibilizar códigos de oferta para uma versão gratuita do Duolingo Plus para os refugiados e as famílias de acolhimento.

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Os utilizadores que já utilizavam a Duolingo na Ucrânia para aprender outras línguas vão ter a sua subscrição colocada em stand by até ao fim do conflito de forma a que não percam todo o progresso já alcançado e possam retomar a aprendizagem assim que possível sem penalizações.

A Duolingo vai continuar a funcionar de forma gratuita na Rússia e na Bielorrússia mas sem qualquer tipo de monetização nos dois países de forma a que não seja necessário qualquer pagamento de impostos ao governo russo.

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