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Huawei poderá estar a preparar uma fábrica própria de processadores

A Huawei sofreu bastante nos últimos meses com as várias restrições impostas por Trump às empresas americanas e às empresas internacionais que utilizem tecnologia sua no desenrolar da sua atividade.

Estas medidas impediram a marca chinesa de aceder a componentes-chave, como processadores, ecrãs e sensores fotográficos, algo que começa lentamente a voltar à normalidade.

No entanto, a Huawei não pretende voltar a ficar dependente de terceiros e está a ponderar a abertura de uma fábrica própria de processadores.

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Huawei poderá avançar para o fabrico próprio de processadores

Nos últimos dias, tem sido avançada a possibilidade das restrições impostas por Trump estarem a ser aligeiradas. No entanto, segundo os rumores, a Huawei apenas poderá ter acesso a produtos não relacionados com o 5G, medida esta que põe de lado o regresso do fabrico dos processadores Kirin.

De forma a tentar resolver a dependência de terceiros, a marca chinesa está a ponderar a abertura de uma fábrica de processadores própria em Shangai.

Embora a marca não tenha experiência na produção deste produto, poderá contar com o apoio da empresa chinesa Shanghai IC R&D Heart, que conta já com alguns anos neste mercado.

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Caso este projeto avance, a marca chinesa deverá começar por produzir processadores com uma arquitetura desatualizada. Inicialmente irá produzir processadores de 45 nm para a gama baixa, evoluindo, em 2021, para os processadores de 28 nm que poderá integrar nas televisões e, em 2022, para os processadores de 20 nm que poderá usar na sua infraestrutura 5G.

Embora o fabrico de processadores de topo para smartphones ainda irá demorar uns bons anos (a TSMC já prepara a arquitetura de 3 nm), a verdade é que este é um passo importante para a marca chinesa garantir a sua sustentabilidade.

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