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Qualcomm pede autorização ao governo para permitir a venda de processadores à Huawei

O governo de Trump tem, nos últimos meses, imposto várias limitações nos negócios com a Huawei a empresas americanas ou empresas internacionais que usem tecnologia americana.

Como consequência dessas deliberações, a marca chinesa tem ultrapassado momentos muito difíceis que se complicaram ainda mais com o impedimento da TSMC em produzir os seus processadores Kirin.

Depois de tentar encontrar alternativas, sem sucesso, a marca chinesa reconheceu recentemente que o Mate 40 seria o seu último smartphone a incorporar um dos seus processadores, obrigando assim a marca chinesa a procurar um novo fornecedor.

Com as relações entre a Huawei e a Mediatek a intensificarem-se, a Qualcomm procura agora uma permissão do governo para tentar negociar com a marca chinesa.

Qualcomm Snapdragon 775g
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Qualcomm pede permissão para negociar com a Huawei

Com o fim do uso dos processadores Kirin, a Huawei tem agora necessidade de comprar este componente. Para isso, tem em vista várias hipóteses, sendo atualmente a Mediatek o parceiro que tem ganho mais força.

Segundo estimativas da Qualcomm, este poderá ser um negócio que valerá 8 mil milhões de dólares ao ano e que a empresa americana não pretende perder para as suas concorrentes Mediatek ou Samsung.

Assim, a Qualcomm está em negociações com o governo para que lhe seja dada uma autorização excecional para que possa negociar com a Huawei a cedência dos seus processadores 5G.

Se esta poderia ser uma junção bastante interessante, elevando os smartphones da Huawei ao topo do desempenho, acaba por ser um negócio injusto, visto a Qualcomm ter esta oportunidade devido à regra em que pretendem ter agora uma posição de exceção. Além disso, iria abrir precedentes para outras marcas como a Google, uma vez que esta também poderá ver a sua relação com a Huawei muito afetada se a marca chinesa apostar seriamente no seu HarmonyOS.

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